Educação Remota é inclusiva ou exclusiva?

O trem que nós professores sofremos, hein? E, claro, também alunos, responsáveis, escolas... Mas será que também aprendemos algo sobre a tal Educação Remota? Em alguns momentos, parecia uma panaceia, que iria resolver graves problemas estruturais da Educação. Mas o tempo nos mostrou que novas soluções trazem novos problemas, com resultados velhos: diminui ou amplia a exclusão educacional?

No artigo do professor, e pesquisador social e mestre em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local Alessandro Ferreira, que tive o prazer e a honra em colaborar, ao vivenciar "um contexto de pandemia, as instituições escolares brasileiras de todos os níveis de ensino, viram eclodir rapidamente a necessidade de uso das TDIC (Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação) para que os processos educativos não se estagnassem. Contudo, no cenário brasileiro esse acesso aos recursos técnico-digitais não se deu de maneira serena. Envolto por desigualdades sociais históricas, o Brasil se vê perante a uma realidade de exclusão digital, que sendo forma e produto das desigualdades sociais, faz com que os processos de segregação entre os diferentes estratos sociais se perpetuem e reflitam nos espaços escolares. O artigo tem como objetivo discutir a exclusão digital durante o período de educação remota emergencial vivenciado no país fazendo uso de uma revisão de literatura é proposta uma reflexão a partir da realidade experienciada no Brasil."

UniÍtalo em Pesquisa”, revista interdisciplinar em formato eletrônico destina-se à publicação e divulgação de artigos originais revisões, ensaios, estudos de caso, resenhas, relatos de experiências, e revisões técnico-científicas nas Áreas de Biológicas e da Saúde, Educação e Negócios.

O artigo pode ser lido no site da revista ou http://pesquisa.italo.com.br/index.php?journal=uniitalo&page=article&op=view&path%5B%5D=480

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