60 anos de Jornada nas Estrelas/Star Trek: o luto tratado com humanidade
Na semana em que se comemora os 60 anos de Jornada nas Estrelas (sim, sou deste tempo que se chamava assim Star Trek, a mais cultuada se série de sci-fi), lembro que essa produção já estava me ensinando sobre luto desde os anos 1970, ainda garoto deslumbrado com a utopia criada por Gene Roddenberry. Como os outros temas espinhosos pra época (e ainda hoje), o luto era tratado como uma expressão humanista complexa. Lembrei dela e coloquei uma expressão que me pareceu bem apropriada para a epígrafe do capítulo do meu livro, dita pelo Capt. Kirk (que sofria por cada tripulante perdido e pelas ausências e perdas que lhe eram impostas, muito diferente dos até então durões heróis que acreditam que o distanciamento dos sentimentos os tornavam mais viris). Capt. Kirk, veja só, veio me ajudar justamente em um capítulo que tem como título 'Sobre os piores dias'. O livro de que falo é "Quando os homens não abandonam na doença: o que aprendi sobre am...